Remanso

Depois de procurar caminho na terra escura, de atravessar terreno, de contornar barreira, a natureza oferece um pouso. As margens abrem os braços numa enseada. O rio se entrega. Esquece a pressa e se aquieta. Eu também sou ser de água agitada. Preciso fazer paragem, diminuir a correnteza.

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Lótus

Já dizia o Gil: “Tudo permanecerá do jeito que tem sido”. O mundo não vai ser novo quando acordarmos de manhã. Vai continuar havendo motivo para nos indignarmos, dentro de casa, na esquina vizinha ou na desordem mundial. Arbitrariedades que alimentam reclamações, retrocessos que impõem desânimo. Tudo isso vai ter também. Sempre. Em toda parte.

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